A Mesa Cós explora a madeira a partir de uma construção marcada pelo ritmo e pela repetição. O tauari maciço estrutura a peça e também pode formar o tampo em uma treliça de pequenas ripas, estabelecendo uma relação com a tradição brasileira de trabalhar a madeira por meio de elementos vazados e tramas. Essa referência, porém, é reinterpretada em uma linguagem contemporânea, com a possibilidade de substituir a treliça pelo vidro e alterar a percepção de transparência e estrutura. A composição em diferentes planos reforça a precisão construtiva e a versatilidade do desenho.